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26.06.2019
Stiupb promove Seminário de Saneamento Básico na cidade de Patos neste dia 28

 

O Sindicato dos Urbanitários da Paraíba – Stiupb, promoverá nesta sexta-feira, 28, na cidade de Patos, o I Seminário de Saneamento Básico das Espinharas, quando será discutido não apenas o Projeto de Lei que tramita na Câmara dos Deputados que prevê a privatização das empresas públicas de água e de saneamento, mas outras questões que afligem diretamente o trabalhador serão amplamente abordados, como as Reforma da Previdência e a Trabalhista.

O presidente do Stiupb, Wilton Maia Velez, informou que o Seminário será realizado nos períodos da manhã e tarde, no Auditório da Fundação Ernani Sátyro, a partir das 8 da manhã.

Já confirmada a presença do deputado federal Gervásio Maia (PSB), que estará abordando, no período da tarde, a questão do seu empenho em Brasília para barrar as duas Medidas Provisórias que modificavam o Marco Regulamentário do Saneamento, barradas com muita luta da classe urbanitária.

O Senador Veneziano Vital, que da mesma forma está apoiando a classe urbanitária, está para confirmar presença durante o evento.

Cícero Duarte, diretor do Stiupb nas Espinhars, detalha os temas a serem abordados durante o Seminário que é uma realização conjunta com a a Federação dos Urbanitários-FNU, com apoio da Funes - Fundação Ernani Sátyro:

1. Reforma da Previdência e seus impactos sociais e econômicos

2. PL 3261 e seus reflexos nas lutas públicas para o saneamento público da Paraíba

3. Reforma da CLT, avanço ou retrocesso nas relações de trabalho?

4. O movimento sindical no Brasil: passado, presente e futuro.

O Stiupb espera a participação no Seminário não apenas de funcionários da Cagepa, mas também da sociedade como um todo: “Esse tema não atinge apenas uma categoria específica, mas a todos indistintamente. Havendo a privatização do saneamento, cada um será atingido, não apenas com aumento na conta de água, mas com o fim dos contratos de programa entre as cidades superavitárias e os municípios de menor poder aquisitivo. É o fim do subsídio cruzado que ajuda cidades menores. E temos que lutar e buscar unir mais gente para evitar que água seja tratada como mercadoria”, destacou Wilton Maia.

 

 

 

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