Notícias

22.09.2019
Presidente do Stiupb detalha reunião com a direção da Cagepa para tratar de privatização e pleitos da categoria

O presidente do Sindicato dos Urbanitários da Paraíba (Stiupb), Wilton Maia Velez, juntamente com os diretores Henrique Diógenes e Guilherme Mateus, estiveram reunidos com diretoria da Cagepa para tratar de vários assuntos de interesse da categoria.

Dentre os temas tratados, o Projeto de Lei 3261 que tramita na Câmara Federal e que prevê a privatização do Saneamento Básico, incluindo os serviços prestados pela Cagepa.

Foram discutidas as questões relacionadas aos processos de privatização em Campina Grande e em Santa Rita, bem como assuntos pertinentes às escalas de Revezamento dos operadores e o não pagamentos das horas extras feitas pelos operadores.Também cobramos a.distribuição de fardamento e a entrega de EPI;

Sobre os processos privatistas, os diretores comunicaram à Cagepa das medidas judiciais que serão demandadas pelo Sindicato para combater a publicação dos editais que foram publicados pelas prefeituras.

Na ocasião, a diretoria do Stiupb convidou a direção da Cagepa para se fazer presente no Seminário sobre o Projeto do Marco Legal do Saneamento, que está sendo realizado pela Câmara dos Deputados, a exemplo do que ocorrerá em São Paulo, Rio Grande do Sul e Salvador e em João Pessoa , fruto da articulação da FNU e das movimentações feitas pelo presidente Wilton Maia quw conseguiu inserir a Paraíba nessa discussão. O Seminário acontecerá no próximo dia 27, próxima sexta-feira, a partir das 9 horas, na Assembleia Legislativa da Paraíba.

Os diretores do Stiupb apresentaram aos diretores da Companhia a luta que está sendo travava em Brasília com a participação do Sindicato, bem como cobraram apoio para defender a empresa enquanto empresa pública.

OUTRAS RESPOSTAS - Sobre os fardamentos, foi informado que serão entregues até novembro e as botas, até a metade do mês de outubro, Sobre o material para Campina Grande, já foi distribuído para os casos mais críticos.

Sobre as escalas, a Cagepa não se dispõe a negociar e a única solução será judicializar a questão.

 

Outras notícias